Curso: “O Azulejo – Sua Trajetória Brasileira”

Com a professora Dora Monteiro e Silva de Alcântara

De 25 a 29 de junho (segunda a sexta-feira), das 14 às 17h, no Museu Histórico Nacional (Praça Marechal Âncora, s/n, Centro, Rio de Janeiro)

Investimento: Profissionais – R$ 186,00 (3 parcelas de R$ 62,00), estudantes e associados/MHN: R$ 165,00 (3 parcelas de R$ 55,00)

Inscrições pela internet:makaraeducativo.mhncursos@gmail.com

Inscrições presenciais: Terças e Quintas, das 14 às 17h, no Museu Histórico Nacional (Setor de Cursos) - Endereço: Praça Marechal Âncora, s/n°, Centro - Fax: (21) 2550-9257 – Fone: (21) 8614-2005 (Gustavo)

O azulejo, herança que nos foi legada pela cultura portuguesa, permanece entre nós, embora sem a ênfase com que se destacava. O duplo valor – artístico e utilitário – que possuía, ainda persiste; alguns de nossos artistas plásticos usam-no em painéis.

O valor utilitário é porém predominante, destinando-o, com quase exclusividade, ao revestimento de banheiros, cozinhas e áreas de serviço. Em arremates com desenhos atraentes, fica expressa, quando muito, uma intenção decorativa.

Algumas capelas e igrejas do séc. XVII possuem as paredes internas totalmente revestidas com azulejos “de tapete”. No interior de sobrados setecentistas e, principalmente, em naves de igrejas, claustros de convento e demais dependências de recintos religiosos, encontramos belos painéis com ricos emolduramentos.

Em muitas de nossas cidades, casas térreas ou assobradadas exibem fachadas coloridas, discretamente brilhantes, efeito obtido por azulejos, cujos motivos se repetem como em tapetes. A presença do azulejo modifica a sensação espacial no interior das edificações e, de certa maneira também, nos espaços urbanos.

 

Professora: Dora Monteiro e Silva de Alcântara, arquiteta, professora da FAU-UFRJ, 61-65/74-91. Escola de Belas Artes, 65-82/ 88-91. Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, 83-91. Coordenadora do Setor de Tombamento da Diretoria de Tombamento e Conservação SPHAN/FNPM, 81-87. Coordenadora Geral de Preservação de Bens Culturais e Naturais, 1987-91. Participou no processo de reconhecimento da cidade de São Luis-MA, como Patrimônio da Humanidade. Autora de livros, trabalhos escritos, estudos e pesquisas sobre azulejos luso-brasileiro, com prêmios no Brasil e exterior.